Durante uma viagem de férias, é comum ser convidado para uma palestra sobre uma “oportunidade única” de investimento em multipropriedade. Sob forte pressão comercial, muitos consumidores assinam o contrato ainda no local, sem tempo para avaliar com calma.
Ao chegar em casa e ler o contrato com atenção, é frequente perceber que as condições reais são diferentes do que foi verbalmente prometido durante a venda.
Quando o consumidor tenta cancelar, muitas empresas impõem multas elevadas ou dificultam a devolução dos valores pagos.
Essa é uma prática cada vez mais comum no mercado de resorts e hotéis no Brasil. Muitas pessoas compram por impulso, se arrependem ou não conseguem usufruir do imóvel como foi prometido — e o processo de cancelamento direto com a empresa costuma ser demorado e pouco eficaz.
Não espere mais para resolver esse problema, quanto mais você adiar, mais prejuízo pode ter.
Quanto antes o caso for analisado, maiores são as possibilidades jurídicas.
Existem caminhos jurídicos para buscar o distrato, a rescisão ou o cancelamento da cota — incluindo a possível recuperação de parte dos valores pagos, a depender das características de cada contrato.